quarta-feira, setembro 13, 2006

one more, please

Parece una broma, pero somos inmortales (...)
Cortázar


parece tarde, mas que seque o mar
ainda que me peças eu alcanço todos faros
e ardo
enquanto o tempo
arremesse o barco para o alto
e amargo
todas as tuas desventuras

e somos imortais, até que sol
arqueje preciso
entre o desconcertante
passeio inciso de um rio
sob o pacífico

19 comentários:

Janaína Calaça disse...

Olá, Jana!

Vim conhecer seu espaço e suas linhas e agradecer pela visita ao meu canto, ao Noturnando.
Gostei muito do blog, da suvidade do template, que não necessariamente denuncia a quietude e a suavidade que você inscreve em seus poemas. Ao contrário, seus textos celebram um pulsar constante, força.

Beijos

Janaína Calaça

carolina disse...

me lembrou coisas, isso aí.

o caminho do meio disse...

mais um, por favor!!!
;)

zema ribeiro disse...

lindo isso, jana. tem um ritmo agradabilíssimo. abração!

eSQCer disse...

Oi, Jana! Que bom receber palavras suas! As suas, por falar nisso, continuam sublimes! Bj.

Nilson Barcelli disse...

Ah... A outra Janaína visitou-te...
Ela também é 5* como você.

Gostei do poema. Está bem escrito e tem muita força.
As metáforas que usou são bem trabalhadas.
Beijo e bfs.

Ana Acadievna Karenina disse...

Oi janoca...tu me lembra o pequeno príncipe, há dias quero te dizer...ah...tempos bons esses...

beijos rosados

pedro pan disse...

, segue a corenteza. dias amargos podem por desventuras aparecer. mas sorrisos surgem...
, como você está? quer mudar o blog?
|beijos meus|

carolina disse...

tatuza de sapatilhas verniz, mande sempre recados de vento

Alexandra disse...

mas que ia ser uma delícia, isso ia... chegar por cartinha, um zine teu...beijo.

carolina disse...

sim sim, cadê?
se quizer eu mando desenhos
(eu, oferecida)
uahuahuah

suka disse...

há muito não passava por aki... saudades das belas palavras tuas... bjo

vinícius bezerra disse...

se abrira um enorme buraco em mim pela distância que estava de tuas palavras. hoje eu começo a costurá-lo.
beijos infindáveis

carol vivi disse...

poxa que saudades de doer neste instante!
um beijo querida

Ana Acadievna Karenina disse...

Jana...curiosodade...passando lá no Reviver...vi um livro de Zema...é o Zema?

Sérgio Mitre disse...

Muito bom, parabéns!

fabio jardim disse...

ótimo o ritmo. sugere um movimento que o próprio poema trata como tema.
bjo!

Sol Noturno disse...

oi Jana. passei pra dar um alô.
saudades!

ricardo santos disse...

fazempo que não venho aqui, pensei que o blog teinha se aposentado... que bom ver de novo essas palvras