domingo, agosto 05, 2007


No chão de asfalto / Ecos, um sapato /Pisa o silêncio caminhante noturno /Fúria de ter nas suas mãos dedos finos de alguém /A apertar, a beijar /Vai caminhante Antes do dia nascer /Vai caminhante /Antes da noite morrer /Vai Luzes câmera /Canção que horas são /Sombra na esquina /Alguém, Maria /Sente a pulsar um amor musculoso /Vai encontrar esta noite o amor /Sem pagar, sem falar, a sonhar /Vai caminhante... /No chão, vê folhas /Secas de jornal /Sombra na esquina /Alguém, Maria /Pisa o silêncio caminhante noturno/ Foge do amor/ Que a noite lhe deu sem cobrar /Sem falar, sem sonhar/ Vai caminhante...

(o dia que o tatu saiu para caminhar... esses mutantes já sabiam de tudo!)











5 comentários:

Moni disse...

ah, mutantes... como eram bons. ainda são, né? tipo, dizem tudo sem falar muito. amo!!!

Karenina disse...

Oi Jana...foram boas as férias...o mato é lindo...Belém é linda...boas aventuras em família.
bTOCAS

Pedro Pan disse...

, e você atravessou a terra brasilis...
, beijos meus.

diovvani mendonça disse...

"No chão, vê folhas /Secas de jornal"

Gostei muito, dessa "surpresa poética" acima.

Seu cancioneiro, sem rima, é muito bom.

Eu adoro, ler jornal velho - talvez, seja esse o motivo.

^^^Abraço^^^

eSQCer disse...

O tempo passa, as lembranças ficam, a(h!) saudade...

Olá, Jana!! Vim trazer-lhe bjss.